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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

DIANA


DIANA - 2013 - Drama (Classificação 14 anos)

LAR - Reino Unido. Estava, eu, zapiando os canais da minha TV por assinatura e eis que decidi ver o cardápio de filmes por demanda. Estou lá zapiando até que me deparei com um filme cujo o nome me remeteu muitas coisas. Dentre elas, a primeira e imediata foi - NOSSA! Minha noiva tem o mesmo nome da Lady Di e não é que se parecem - seguido de JÁ SE PASSARAM 17 ANOS... Pouco me lembro dela, afinal tinha apenas 10 anos quando ela morrera, lembro de minha mãe engasgada dizendo: Não acredito! Não a Lady Di! No entanto, confesso que me veio um interesse súbito pela história dela, daí foi só apertar o play.

A proposta do filme era apresentar a história da Princesa Diana a partir da crise do seu casamento. Fiquei surpreso porque em outros filmes, como por exemplo a Rainha, Lady Di era apresentada como calculista e sagaz o suficiente para manipular a mídia e os paparazzis.

Nesse filme a situação é um pouco diferente, Diana é retratada como uma pessoa fora da curva na busca desesperada por afeto mas que sabe aproveitar bem de tudo aquilo que o mundo da realeza oferece, que tenta lidar com a imprensa e ao mesmo tempo tenta reviver algo perdido desde quando se tornou princesa: o amor, um romance - romance este vivido secretamente entre ela e um médico de origem paquistanesa, Dr. Hasnat Khan.

O romance com o médico-cirurgião cardíaco traz a princesa um renovo que logo entra em crise por diversos fatores, mais pelo médico do que por ela: a diferença cultural e religiosa entre os dois e a maneira com que Diana lidava com a mídia para evitar a super exposição de sua vida privada os a dos filhos.

O filme retrata também uma Diana socialmente engajada, buscando um motivo de vida fora do "Reino Encantado". Sua militância tinha como principal objetivo o combate as minas terrestres e a aids em países pobres; atitude que me pareceu ser bem sucedida pois o filme mostra resultados reais na redução drástica de uso de minas terrestres e no combate a aids. Neste ponto, minha sincera opinião é que a princesa utilizava bem a sua imagem chamando a atenção da mídia para essas causas, promovendo, inclusive, leilões e eventos de caridade.

O final todos sabem como termina, com a trágica morte da Diana em um acidente de carro num túnel na cidade de Paris tentando fugir de um time de paparazzis. Porém, o que nem todos sabem ou sabiam - pelo menos eu - é que o romance com Dodi Al-Fayade na verdade era uma tentativa de superar o romance fracassado com o Dr. Hasnat Khan, e o filme mostra claramente isso quando Diana chama paparazzis para mostrar seu novo affair com magnata nos tabloides londrinos. Dodi Al-Fayade era um milionário e herdeiro da cadeia de lojas de departamento Harrods, no qual após a prematura morte dos dois foi construído uma espécie de altar em uma loja da rede com as taças de champagne, suas roupas e as alianças de noivado.


Confira o trailer abaixo:


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